domingo, 27 de julho de 2014

Queimando real

Queimando real


Ao embeber uma nota de dinheiro em uma mistura de 50ml de água e 50ml de álcool isopropílico e atear fogo, é possível se obter um efeito interessante. O álcool queima rapidamente e a nota não é danificada. Isto ocorre pois a combustão é rápida e a água absorve parte do calor impedindo que o papel do dinheiro entre em combustão.

Experimento de Cromatografia



Resumo teórico
Cromatografia é uma técnica de separação e de análise de substâncias em solução, mediante um processo em que se realizam adsorções (ou repartições) seletivas. Efetua-se fazendo passar uma solução (líquida ou gasosa) através de uma fase estacionária, onde se efetua o procedimento de separação. A solução recebe a denominação de fase móvel.

A fase estacionária pode ser sólida ou líquida.
Quando é sólida, o mecanismo da cromatografia é baseado na adsorção das substâncias dissolvidas
(cromatografia por adsorção). À medida que a solução passa através da fase sólida, os solutos vão sendo sucessivamente adsorvidos e dissolvidos, cada qual com uma característica específica. Por isso, no processo de escoamento da solução os que são mais adsorvidos atrasam-se em relação aos menos adsorvidos, e consegue-se a separação uns dos outros.
Quando a fase estacionária é líquida, o mecanismo da separação é baseado na diferente repartição dos solutos entre o solvente da solução e o líquido estacionário
(cromatografia por repartição).
A cromatografia pode realizar-se numa coluna (cromatografia em coluna), ou numa tira de papel (cromatografia em papel --- nosso experimento) ou numa placa recoberta pelo material ativo (cromatografia em camada fina).
É uma técnica de análise muito versátil e com extensa e corrente aplicação em bioquímica, em química analítica, etc.
As primeiras cromatografias foram realizadas com substâncias coradas e daí provém o nome associado à técnica.
                                    
Experimento
Nesse experimento físico-químico, bastante atraente, será usada a técnica da
cromatografia em papel (do grego khroma, cor). A origem dessa denominação prende-se, como já dissemos, ao fato de que, inicialmente, essa técnica era empregada apenas na separação dos componentes de materiais coloridos.
O colorido das tintas se obtém, geralmente, de pigmentos colhidos de terras raras (grupo de elementos químicos). As tintas coloridas usadas em canetas são obtidas por convenientes misturas desses pigmentos dissolvidos em solventes próprios, sendo que a cor obtida é o resultado visual dessa composição de pigmentos coloridos. Tais tintas, de modo geral, são insolúveis em água, mas solúveis em álcool. É a solubilidade dessas tintas (pigmentos) em álcool que utilizaremos nesse experimento.


cromatografia
O que existe na tinta das canetinhas hidrocor? Será que há cores “escondidas” por trás das cores que vemos? Esta experiência buscará essas respostas usando um método de separação de misturas chamado cromatografia. Para fazer essa experiência, são necessárias canetinhas coloridas, álcool e papel-filtro (pode ser usado papel para coar café).





COMO FAZER A SEPARAÇÃO DE CORES
Corte tiras compridas de papel-filtro de cerca de 2 cm de largura e o máximo que você conseguir de comprimento. Quanto mais longas, melhor. Apare as pontas de modo a formar um retângulo.
Com uma canetinha, pinte uma bolinha de cerca de 1 cm de diâmetro a cerca de 2 cm da borda inferior do papel-filtro.
Usando uma fita crepe, cole uma ponta do papel-filtro na canetinha, formando um “T”. A bolinha deve ficar do lado o posto à bosda que foi colada.
Pegue um copo e coloque cerca de um dedo de álcool. Depois, mergulhe a tira de papel-filtro de forma que o álcool molhe a borda do papel no trecho que não foi pintado. ATENÇÃO: não coloque a parte pintada diretamente no álcool. Se a sua tira ficou muito comprida e está fazendo a bolinha ficar submersa, corte um pedaço da tira e cole novamente.
Aguarde cerca de 15 minutos enquanto o álcool sobe pelo papel. Quando você perceber que o álcool deixou de subir, tire o papel e deixe-o secar.
RESULTADO DO EXPERIMENTO
Você irá perceber que, quando o álcool passou por algumas cores, elas foram decompostas. Na experiência em vídeo, por exemplo, a cor preta mostrou que era formada por pigmentos rosa, verde e azul.
EXPLICAÇÃO – A CROMATOGRAFIA
Como você pode perceber, nem todas as cores das canetinhas usam apenas um pigmento. Muitas cores são formadas a partir de duas ou mais cores.
A técnica usada para encontrar essas cores chama-se cromatografia, que é um método físico-químico de separação de substâncias



terça-feira, 27 de maio de 2014

Petróleo e seus derivados e a produção de biogás

 Petróleo e seus derivados

 É chamada de refinaria de petróleo a instalação industrial construída com o objetivo de realizar a limpeza e o refino do óleo cru extraído, transformando-o em diferentes subprodutos derivados do petróleo, como combustíveis – gasolina, óleo diesel, gás de cozinha, querosene; lubrificantes – óleos e graxas; matéria-prima de anti-sépticos, fertilizantes, detergentes, ceras, aguarrásasfaltocoquediesel, gasolina, GLP, nafta, querosene, querosene de aviação e mais uma série de produtos com destaque para o plástico.


Refinaria de petróleo
O Brasil possui hoje catorze refinarias de petróleo, que juntas são responsáveis pelo processamento de cerca de 1,7 milhão de barris de petróleo por dia. Os especialistas afirmam que a importância das refinarias de petróleo é tanta que estas constituem a base industrial da Era Moderna.
O petróleo assim que é retirado do solo, porém, quase não tem utilização alguma, mas depois de passar por diversos tratamentos químicos e físicos, torna-se de grande utilidade. É exatamente nesse ponto que se torna indispensável o trabalho de beneficiamento realizado pelas refinarias.
Para realizar seu trabalho, a refinaria recebe o petróleo em sua forma primária, o chamado óleo cru, que vem das plataformas de extração. O transporte é feito a partir de oleodutos, sendo guardado em tanques de armazenamento, de onde partirá para ser processado.
Uma vez armazenado, o material é submetido a diversos processos químicos. O primeiro e mais importante é a destilação, que ocorre dentro de uma grande torre. Nela, o petróleo é aquecido em 370 graus Celsius, o que faz com que o material assuma a forma gasosa. O resultado é uma mistura de vapor misturada com o que sobrou de petróleo na forma líquida. Ao voltar à forma líquida, o petróleo já tem boa parte de seus principais subprodutos separados.
A seguir, a mistura é destilada, onde a parte gasosa sobe e a líquida desce. O resíduo deste processo, que nunca vaporiza, é recolhido e usado para fazer asfalto. Ao longo da torre, há vários "andares" com pratos, que colhem partes do vapor de petróleo que esfriam e viram líquido de novo enquanto sobem.
Os pratos retêm uma pequena parte do líquido formado. O excesso transborda e escorre até um recipiente chamado panela, onde será bombeada, seguindo para fora da torre por meio de dutos. O vapor de cada subproduto do petróleo, como a gasolina e o diesel vira líquido numa certa temperatura, atingida em "andares" diferentes da torre. Assim, cada subproduto enche uma panela específica.
Os derivados irão a seguir para um processo de purificação em tanques, sofrendo reações químicas para quebrar e recombinar suas moléculas até atingirem um nível satisfatório de pureza. Da refinaria, eles saem por oleodutos até as indústrias petroquímicas.

O que é o pré-sal?

O termo pré-sal refere-se a um conjunto de rochas localizadas nas porções marinhas de grande parte do litoral brasileiro, com potencial para a geração e acúmulo de petróleo. Convencionou-se chamar de pré-sal porque forma um intervalo de rochas que se estende por baixo de uma extensa camada de sal, que em certas áreas da costa atinge espessuras de até 2.000m. O termo pré é utilizado porque, ao longo do tempo, essas rochas foram sendo depositadas antes da camada de sal. A profundidade total dessas rochas, que é a distância entre a superfície do mar e os reservatórios de petróleo abaixo da camada de sal, pode chegar a mais de 7 mil metros.As maiores descobertas de petróleo, no Brasil, foram feitas recentemente pela Petrobras na camada pré-sal localizada entre os estados de Santa Catarina e Espírito Santo, onde se encontrou grandes volumes de óleo leve. Na Bacia de Santos, por exemplo, o óleo já identificado no pré-sal tem uma densidade de 28,5 API, baixa acidez e baixo teor de enxofre. São características de um petróleo de alta qualidade e maior valor de mercado.
Qual o volume estimado de óleo encontrado nas acumulações do pré-sal descobertas até agora?
[Snippet not found: '/Quad_FLEX_']
Os primeiros resultados apontam para volumes muito expressivos. Para se ter uma ideia, só a acumulação de Tupi, na Bacia de Santos, tem volumes recuperáveis estimados entre 5 e 8 bilhões de barris de óleo equivalente (óleo mais gás). Já o poço de Guará, também na Bacia de Santos, tem volumes de 1,1 a 2 bilhões de barris de petróleo leve e gás natural, com densidade em torno de 30 API.
As recentes descobertas na camada pré-sal são economicamente viáveis?
Com base no resultado dos poços até agora perfurados e testados, não há dúvida sobre a viabilidade técnica e econômica do desenvolvimento comercial das acumulações descobertas. Os estudos técnicos já feitos para o desenvolvimento do pré-sal, associados à mobilização de recursos de serviços e equipamentos especializados e de logística, nos permitem garantir o sucesso dessa empreitada. Algumas etapas importantes dessa tarefa já foram vencidas: em maio deste ano a Petrobras iniciou o teste de longa duração da área de Tupi, com capacidade para processar até 30 mil barris diários de petróleo. Um mês depois a Refinaria de Capuava (Recap), em São Paulo, refinou o primeiro volume de petróleo extraído da camada pré-sal da Bacia de Santos. É um marco histórico na indústria petrolífera mundial.
[Snippet not found: '/Quad_MDL_']
Quais serão as contribuições dessas grandes descobertas para o desenvolvimento nacional?
Diante do grande crescimento previsto das atividades da companhia para os próximos anos, tanto no pré-sal quanto nas demais áreas onde ela já opera, a Petrobras aumentou substancialmente os recursos programados em seu Plano de Negócios. São investimentos robustos, que garantirão a execução de uma das mais consistentes carteiras de projetos da indústria do petróleo no mundo. Serão novas plataformas de produção, mais de uma centena de embarcações de apoio, além da maior frota de sondas de perfuração a entrar em atividade nos próximos anos.
A construção das plataformas P-55 e P-57, entre outros projetos já encomendados à indústria naval, garantirá a ocupação dos estaleiros nacionais e de boa parte da cadeia de bens e serviços offshore do país. Só o Plano de Renovação de Barcos de Apoio, lançado em maio de 2008, prevê a construção de 146 novas embarcações, com a exigência de 70% a 80% de conteúdo nacional, a um custo total orçado em US$ 5 bilhões. A construção de cada embarcação vai gerar cerca de 500 novos empregos diretos e um total de 3.800 vagas para tripulantes para operar a nova frota.
A Petrobras está preparada, tecnologicamente, para desenvolver a área do pré-sal?
Sim. Ela está direcionando grande parte de seus esforços para a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico que garantirão, nos próximos anos, a produção dessa nova fronteira exploratória. Um exemplo é o Programa Tecnológico para o Desenvolvimento da Produção dos Reservatórios Pré-sal (Prosal), a exemplo dos bem-sucedidos programas desenvolvidos pelo seu Centro de Pesquisas (Cenpes), como o Procap, que viabilizou a produção em águas profundas. Além de desenvolver tecnologia própria, a empresa trabalha em sintonia com uma rede de universidades que contribuem para a formação de um sólido portfólio tecnológico nacional. Em dezembro o Cenpes já havia concluído a modelagem integrada em 3D das Bacias de Santos, Espírito Santo e Campos, que será fundamental na exploração das novas descobertas.
Como está a capacidade instalada da indústria para atender a essas demandas?
Esse é outro grande desafio: a capacidade instalada da indústria de bens e serviços ainda é insuficiente para atender às demandas previstas. Diante disso, a Petrobras recorrerá a algumas vantagens competitivas já identificadas, para fomentar o desenvolvimento da cadeia de suprimentos. Graças à sua capacidade de alavancagem, pelo volume de compras, a empresa tem condições de firmar contratos de longo prazo com seus fornecedores. Uma garantia e tanto para um mercado em fase de expansão. Além disso, pode antecipar contratos, dar suporte a fornecedores estratégicos, captar recursos e atrair novos parceiros. Tudo isso alicerçado num programa agressivo de licitações para enfrentar os desafios de produção dos próximos anos.
Quais os trunfos da Petrobras para atuar na área do pré-sal?
Em primeiro lugar, a inegável competência de seu corpo técnico e gerencial, reconhecida mundialmente; a experiência acumulada no desenvolvimento dos reservatórios em águas profundas e ultraprofundas das outras bacias brasileiras; sua base logística instalada no país; a sua capacidade de articulação com fornecedores de bens e serviços e com a área acadêmica no aporte de conhecimento; e o grande interesse econômico e tecnológico que esse desafio desperta na comunidade científica e industrial do país.
Que semelhanças podem ser identificadas entre o que ocorreu na década de 80, na Bacia de Campos, e agora, com o pré-sal?
De fato, as descobertas no pré-sal deixam a Petrobras em situação semelhante à vivida na década de 80, quando foram descobertos os campos de Albacora e Marlim, em águas profundas da Bacia de Campos. Com aqueles campos, a Companhia identificava um modelo exploratório de rochas que inauguraria um novo ciclo de importantes descobertas. Foi a era dos turbiditos, rochas-reservatórios que abriram novas perspectivas à produção de petróleo no Brasil. Com o pré-sal da Bacia de Santos, inaugura-se, agora, novo modelo, assentado na descoberta de óleo e gás em reservatórios carbonáticos, com características geológicas diferentes. É o início de um novo e promissor horizonte exploratório.














quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Aula realizada com o 1º A da manhã sobre as aplicações do modelo de Bohr com a interpretação da cor no teste de chamas, identificando que no nosso cotidiano quando os fabricantes desejam produzir fogos de artifício coloridos, eles misturam à pólvora compostos de certos elementos químicos apropriados.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Processos Endotérmicos e Exotérmicos

As reações químicas ou as mudanças de estado físico que liberam calor são processos chamados de exotérmicos. E os que ocorrem com absorção de calor são endotérmicos.

 
     
Os processos exotérmicos e endotérmicos envolvem, respectivamente, perda e ganho de calor
Os processos exotérmicos e endotérmicos envolvem, respectivamente, perda e ganho de calor
Várias reações no nosso cotidiano ocorrem com perda e ganho de energia na forma de calor, pois a formação e a ruptura das ligações envolvem interação da energia com a matéria. Além de reações, isso também ocorre nas mudanças de estado físico.
Por exemplo, uma reação comum de combustão é a queima da madeira. Sabe-se que esse processo ocorre com liberação de energia na forma de calor e também de luz. Assim, essa reação é denominada exotérmica (o prefixo “exo” significa “para fora”), pois há liberação de calor.
Um processo exotérmico que não é uma reação, mas sim uma mudança de estado de agregação, é a formação da neve. A água líquida se solidifica, formando a neve, quando ocorre a liberação de calor. Libera-se nesse processo, mais especificamente, 7,3 kJ de calor.
Nesses processos exotérmicos, a variação da entalpia (ΔH), ou seja, a quantidade de calor liberada será sempre negativa (∆H< 0), porque a variação da entalpia é medida diminuindo-se a entalpia dos produtos pela entalpia dos reagentes (ΔH = Hprodutos – Hreagentes ou ΔH = Hfinal – Hinicial). Como houve liberação de energia, a entalpia dos produtos será menor e, portanto, a variação da entalpia será negativa.
Outros exemplos de reações e fenômenos exotérmicos estão listados abaixo:
Exemplos de processos exotérmicos
No entanto, as reações ou mudanças de estado físico que absorvem calor são denominadas processos endotérmicos.
Um exemplo de reação endotérmica (o prefixo “endo” significa “para dentro”) é o cozimento de alimentos, no qual é necessário o fornecimento de energia. Já uma transformação de estado físico é a evaporação da água líquida, que, para ocorrer, precisa absorver 44 kJ.
Nesse caso, como a entalpia dos produtos ou do estado final aumenta (pois se absorve energia), a variação da entalpia será sempre positiva (ΔH > 0).
Observe outros exemplos de processos endotérmicos abaixo:
Exemplos de processos endotérmicos
Resumindo:
Resumo dos conceitos envolvidos nos processos exotérmicos e endotérmicos


quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Como alterar a velocidade das reações químicas?

ATIVIDADE 1: TEORIAS DAS COLISÕES, ENERGIA DE ATIVAÇÃO E COMPLEXO ATIVADO EM QUADRINHOS

PREPARAÇÃO DO AMBIENTE:
Esta atividade ocorrerá no Laboratório de Informática Educativa (LIE) e serão utilizados os seguintes recursos: computadores com acesso à Internet, projetor data-show, caderno para anotações, caneta e lápis. A turma deverá ser dividida em quatro grupos.
ORIENTAÇÕES QUANTO AO USO DO OBJETO EDUCACIONAL:
Nesta atividade será utilizado o objeto Reações químicas - Fatores que contribuem para a reação entre duas ou mais substâncias, disponível para download na página do Banco Internacional de Objetos Educacionais através do seguinte endereço eletrônico:http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/handle/mec/19367. A animação apresenta dois fatores necessários para a ocorrência de reações químicas: afinidade química e contato.
O computador deve possuir um navegador de internet (Internet Explorer, Google Chrome ou Firefox). Ao fazer o download do objeto, é necessário extrair os arquivos, para isso, sugerem-se programas como: WinRar, Winzip, ou qualquer outro com a mesma finalidade. Após realizar a extração mencionada, o usuário deve clicar no arquivo HTML para dar início à animação.
DESCRIÇÃO DA ATIVIDADE:
Inicialmente, o professor deverá conhecer o que os alunos sabem a respeito de reações químicas, tema da aula. Para isso, ele deverá questionar os alunos: “Vocês já ouviram falar em teoria das colisões?” e “Conhecem as condições para a ocorrência de uma reação química? Quais?”. Em seguida, o professor deverá informar aos alunos (caso já não tenha sido comentado no momento anterior) que alguns fatores são essenciais para a realização de uma reação química e convidá-los a aprender mais sobre cada um destes.
Após a conversa introdutória com os alunos, o docente deverá dividir a turma e definir os respectivos temas para cada equipe:
1.Teoria das colisões
2.Condições de ocorrência de uma reação
3.Energia de ativação
4.Complexo ativado
Cada grupo deverá pesquisar sobre os seus temas nos links indicados abaixo:
1.Teoria das colisões
http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/teoria-das-colisoes.htm
http://www.colegioweb.com.br/quimica/teoria-das-colisoes.html     

2.Condições de ocorrência de uma reação
Tópico: Contato entre os reagentes e Natureza dos reagentes ou a "afinidade química"
http://www.marco.eng.br/cinetica/trabalhodealunos/CineticaBasica/condicoes.html
http://www.alunosonline.com.br/quimica/condicoes-para-ocorrencia-reacoes.htmlhttp://semente.pro.br/cinetica/cineticaquimica.swf

3.Energia de ativação
http://luizclaudionovaes.sites.uol.com.br/enerat.htm
http://semente.pro.br/cinetica/cineticaquimica.swf
http://www.infoescola.com/quimica/energia-de-ativacao/

4.Complexo ativado
http://www.infoescola.com/quimica/teoria-do-complexo-ativado/
http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/energia-ativacao-complexo-ativado.htm
http://semente.pro.br/cinetica/cineticaquimica.swf
*Todos os sites acessados em15/março/2012.
Após a pesquisa, os alunos deverão visualizar o objeto Reações químicas - Fatores que contribuem para a reação entre duas ou mais substâncias. O professor deverá solicitar aos alunos que anotem suas percepções acerca do conteúdo da animação e estabeleçam ligações com o que foi pesquisado nos links disponibilizados para pesquisa.





Após retirar as dúvidas surgidas até o momento e com o objetivo de explorar o que foi compreendido pelos alunos, o professor solicitará a cada grupo a produção de uma história em quadrinhos (HQ) que apresente o tema estudado. Este projeto será desenvolvido com a utilização do programa HagáQuê, disponível para download no endereço http://www.nied.unicamp.br/~hagaque/downloads.php?lang=pt-BR (encontram-se no site os requisitos necessários). Para facilitar o processo de criação, o docente deverá orientar os alunos a elaborar primeiro o roteiro, que deverá conter os textos da história e um rascunho dos desenhos, e, em seguida, produzir o cenário e os personagens no computador. O programa possui um acervo de imagens, mas também permite importar imagens do computador. Cada equipe deverá fazer uma história com no mínimo duas páginas e com 6 quadrinhos em cada uma. Um vídeo com orientações sobre como utilizar o software está disponível no endereço: http://www.youtube.com/watch?v=oYJ4FV6sA80.
Observação: estas histórias deverão ser publicadas em uma coluna, denominada “Química em quadrinhos”, do Jornal Escolar que será elaborado na Atividade 4.

MOMENTO DO ALUNO:
Neste momento, os alunos buscarão desenvolver a atividade proposta.

DISCUSSÃO:
Os grupos deverão apresentar as histórias em quadrinhos para o restante da turma e para o professor. Recomenda-se que, de acordo com a adequação ao tema da feira de ciências da escola, estas produções sejam exibidas neste evento. Após as apresentações, o docente deverá propor uma discussão aos alunos, a partir dos seguintes questionamentos: “Existe alguma relação entre os temas estudados até o momento nessa atividade? Qual? Expliquem”.
Após algumas respostas, o docente deverá, então, com o auxílio do projetor, mostrar aos alunos o esquema abaixo:

  -
Fonte: Imagem criada pelo autor.
Este esquema representa a mistura de dois gases que possuem afinidade dentro de um cilindro. O professor deverá questionar os alunos a respeito do que ocorreria com a velocidade da reação química entre os gases nas duas situações exibidas:
A) Fixando o pistão na posição original e aquecendo o cilindro.
B) Colocando um peso sobre o pistão, fazendo o volume que contém os gases diminuir.
Os discentes deverão continuar discutindo a relação entre os temas da atividade, analisando as duas situações e apresentando suas hipóteses, baseando-se no conteúdo abordado nessa atividade.

SISTEMATIZAÇÃO:
Após a discussão com os alunos, o professor deverá formalizar o conteúdo. Para isso, o docente apresentará imagens na lousa, através do uso do projetor data-show, para os alunos, que devem ajudá-lo a solucionar cada situação. Lembrando que, a cada resposta dada pelos alunos o professor deverá revisar o respectivo assunto.
-Em quais situações existem reação?Justifique sua resposta.
FG
Fonte:Autor                         
- Identifique o que está ocorrendo nas lacunas vazias do gráfico da reação dada abaixo:
AULAS
Fonte:Autor            
- Determine o momento em que ocorre a energia de ativação nas duas reações químicas abaixo:
fdF
Fonte :Autor            

ATIVIDADE 2: QUAIS SÃO OS FATORES QUE INFLUENCIAM UMA REAÇÃO QUÍMICA?

INSTRUÇÕES INICIAIS:
Esta atividade ocorrerá no LIE, e serão utilizados computadores com acesso à Internet, projetor data-show, caderno para anotações, caneta, lápis e papel toalha ou outro material de limpeza (momento posterior à realização do experimento). Seguem abaixo os materiais necessários para a execução do experimento prático:
Figura 1: Materiais para experimento
ffgfg
SOBRE O HIPERTEXTO...
Nesta atividade,será utilizado um experimento prático,Bomba efervescente: parte 1: experimento prático, demonstrando a ação de alguns fatores que afetam a velocida de de uma reação química. O objeto está disponível para download na página do Banco Internacional de Objetos Educacionais:http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/handle/mec/14527.
Observação: para ter acesso ao conteúdo do vídeo que está no final deste hipertexto, o objeto deve ser visualizado diretamente através endereço http://www.pontociencia.org.br/experimentos-interna.php?experimento=108&BOMBA+EFERVESCENTE (acesso 12/junho/2012).
FAMILIARIZANDO-SE COM O TEMA
Inicialmente, o professor deve apresentar no projetor data-show o vídeo Sonridor disponível em http://www.youtube.com/watch?v=ptnNJp2f9zw. Finalizado o vídeo, o docente deverá perguntar aos alunos: “Por que o comprimido efervescente (sonridor) é absorvido mais rapidamente do que o comprimido comum?”, “Será que a superfície de contato tem alguma relação com esse processo? Como?”. E em seguida, convidar os alunos a conhecerem fatores que influem na velocidade da reação, destacando que até a temperatura e a pressão podem interferir na reação.
BUSCANDO INFORMAÇÕES
Inicialmente, a turma deverá ser dividida em cinco grupos, e cada um destes ficará responsável por conhecer mais acerca de um determinado fator de influência na velocidade de uma reação química. Seguem os fatores e links que deverão ser distribuídos entre os grupos:
1.Concentração dos reagentes:
http://www.brasilescola.com/quimica/cinetica-quimica.htm Acesso em 01/março/2012
2.Pressão:
http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/velocidade-das-reacoes-quimicas.htm Acesso em 01/março/2012
1.Temperatura:
http://www.infoescola.com/quimica/cinetica/  Acesso em 01/março/2012

4.Catalisador:
http://www.marco.eng.br/cinetica/trabalhodealunos/CineticaBasica/influencia.html  Acesso em 01/março/2012

5.Superfície de contato:
http://www.soq.com.br/conteudos/em/cineticaquimica/p5.php  Acesso em 01/março/2012

REALIZANDO EXPERIMENTOS
Após a pesquisa, o professor apresentará no projetor data-show os passos para a realização do experimento prático Bomba efervescente: parte 1 . Desse modo, a turma deverá ser reorganizada em quatro grupos, de forma que cada um destes contenha, na medida do possível, alunos que pesquisaram temas diferentes para que os conhecimentos de cada fator possam ser compartilhados entre eles.




Cada grupo deverá apresentar o experimento para o restante da turma.  Observação: o experimento deve ser feito em um local reservado do LIE, caso não tenha esse espaço no laboratório, os alunos deverão fazer o experimento na sala de aula.
ANALISANDO OBSERVAÇÕES
Nesse momento, o professor deverá estimular os alunos a interpretarem os fenômenos observados perguntando o porquê de cada resultado obtido ao final dos experimentos. Ressalta-se que é importante instigá-los a estabelecerem uma relação com o conteúdo pesquisado nos textos propostos.
VELOCIDADE DAS REAÇÕES EM NOSSO COTIDIANO
Após a realização do experimento, o professor deverá intermediar uma discussão entre os alunos a partir dos seguintes questionamentos: “Quais fatores que influenciam na velocidade das reações utilizados na conservação de alimentos são mais adequados para o nosso cotidiano e para a nossa saúde? Como eles agem?”
COMPARTILHANDO CONHECIMENTOS E ESTIMULANDO A CURIOSIDADE
Com o intuito de utilizar o jornal (que será elaborado na atividade 3) para estimular a curiosidade dos alunos de outras turmas acerca da velocidade das reações químicas, os grupos deverão elaborar um pequeno texto divulgando o que aprenderam com a pesquisa e o experimento realizado. Esta produção será a introdução de uma coluna intitulada: “Você sabe explicar?”. O texto deverá ser seguido das situações que estão descritas nos itens de 1 a 4. Sob a orientação do professor, cada um dos grupos deverá ficar responsável por pesquisar, discutir e elaborar as respostas para cada um dos questionamentos. Este retorno dos grupos deverá ser publicado na edição posterior do jornal.  
1) Em qual situação a carne será degradada mais rapidamente? Expliquem.
Figura 2:Carne à temperatura ambiente
sddd
 
Figura 3:Carne mantida sob refrigeração adequada
g
2)Qual tipo de adoçante reagirá mais rapidamente com a água? Expliquem.
Figura 4: Adoçante em cubos
fddd
Figura 5: Adoçante em pó
y
 
3)Um pedaço de ferro reagirá mais rapidamente com o ácido clorídrico, HCl, concentrado ou diluído? Expliquem. 
Figura 6: pedaço de ferro
fd
 
 
4)Em qual recipiente a comida irá cozinhar mais rapidamente? Expliquem.
Figura 7: Na panela comum
h
Fonte: http://www.dicasecia.com/limpeza-panelas/ Acesso em 01/março/2012
 
Figura 8: Na panela de pressão
v
 

ATIVIDADE 3: CONHECENDO A AÇÃO DOS CATALISADORES

INSTRUÇÕES INICIAIS: 
Esta atividade ocorrerá no LIE, e serão utilizados computadores com acesso à Internet, caderno para anotações, máquina digital ou celular com câmera, caneta e lápis.
COMO AS FRUTAS AMADURECEM? CONTE SUA TÉCNICA. 
Inicialmente, o professor questionará os alunos: “Como acelerar o amadurecimento das frutas?”. É importante estimular os alunos a refletirem sobre as técnicas que eles descreveram, buscando o porquê do sucesso de tal técnica. Em seguida, os alunos deverão ler a reportagem Como as frutas ficam maduras? Pergunte ao etileno disponível no seguinte endereço eletrônico: http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/como_as_frutas_ficam_maduras__pergunte_ao_etileno.html (acesso em 13/maio/2012).
Após essa conversa introdutória, o professor deverá chamar a atenção dos alunos para o fato de que o amadurecimento das frutas é acelerado devido à presença do etileno, o catalisador da reação, informando que este tipo de substância será abordado nesta atividade.
PRODUZINDO UMA NOTÍCIA PARA O JORNAL ESCOLAR – MANCHETE: OS CATALISADORES EM NOSSO COTIDIANO
Com a turma organizada em quatro grupos, o professor deverá propor a elaboração de uma notícia sobre os catalisadores para apresentar a ação dessas substâncias em nosso cotidiano, como por exemplo, na produção de anticoncepcional, materiais de limpeza e até um tipo de sangue.
PESQUISANDO...
Seguem abaixo temas, links e orientações para a pesquisa que reunirá as principais informações sobre o assunto:
Tema 1: O que é um Catalisador?
http://www.soq.com.br/conteudos/em/cineticaquimica/p6.php
 http://www.alunosonline.com.br/quimica/catalisadores.html
 http://www.marco.eng.br/cinetica/trabalhodealunos/CineticaBasica/influencia.html
Orientação: o grupo deverá abordar o conceito e ação dos catalisadores nas reações químicas.

Tema 2: As enzimas
- Catalisadores no corpo humano: as enzimas e a digestão
 A boa digestão depende das Enzimas - http://www.docelimao.com.br/site/desintoxicante/alimentacao-viva/66-a-boa-digestao-depende-das-enzimas.html
O poder milagroso das enzimas - http://curiosidades-galeriacores.blogspot.com.br/2007/10/o-poder-milagroso-das-enzimas.html

- Notícia- Curiosidades: Novo anticoncepcional usa enzimas no lugar de hormônios :
http://www.coisasinteressantes.com.br/blog/?p=5715

- Notícia- Curiosidades: Descoberto enzimas para criar sangue universal zero
http://lambaritalia.blogspot.com.br/2010/04/descoberto-enzimas-para-criar-sangue.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed:+Lambaritlia+(LAMBARIT%C3%81LIA)
Orientação: o grupo deverá abordar o conceito das enzimas, sua importância na digestão e as curiosidades sobre as enzimas. Lembrando que os textos sobre as curiosidades devem ser em forma de notícia.

Tema 3: Os catalisadores e os produtos de limpeza
Aplicação de enzimas em produtos de limpeza: http://www.agracadaquimica.com.br/quimica/arealegal/slides/285.pps
Orientação: o grupo deverá abordar a relação das enzimas e sua importância nos produtos de limpeza.

Tema 4: Catalisadores no amadurecimento das frutas
A química por detrás do amadurecimento das frutas: http://quimicaparatodosuevora.blogspot.com.br/2011/01/quimica-por-detras-do-amadurecimento-da.html
Orientação: o grupo deverá abordar a influência dos catalisadores no amadurecimento das frutas.
* Todos os sites tiveram acesso em 11/julho/2012.
Após a pesquisa, cada um dos grupos deverá apresentar ao restante da turma os tópicos que pretendem abordar em seu texto para o jornal, assim como as possíveis dúvidas surgidas acerca do respectivo tema. O professor verificará a relevância dos tópicos e tirará as dúvidas do grupo.

REALIZANDO EXPERIMENTOS RELACIONADOS AO AMADURECIMENTO DE FRUTAS
Com o objetivo de explorar a ação de catalisadores de forma experimental, os alunos deverão realizar algumas ações relacionadas ao amadurecimento das frutas. Estes experimentos também serão publicados no Jornal Escolar. Sugere-se a seguinte divisão de experimentos:
Grupo 1: Tema 1: O que é um Catalisador? + Experimento A.1
Grupo 2: Tema 2: As enzimas + Experimento A.2
Grupo 3: Tema 3: Os catalisadores e os produtos de limpeza + Experimento B.1
Grupo 4: Tema 4: Catalisadores no amadurecimento das frutas + Experimento B.2

Experimento A: Amadurecimento das frutas A
Material necessário:
- 4 bananas verdes;
- 4 sacos plásticos;
- 4 folhas jornal.
Duas equipes ficarão com este experimento.
Procedimentos:
A.1 Uma equipe deverá realizar o seguinte procedimento: os alunos devem embrulhar uma das frutas verdes com jornal e outra com o saco plástico, a terceira não deve ser envolvida em nada, ela amadurecerá normalmente. As frutas devem ser mantidas em um local à temperatura ambiente. Qual banana amadureceu mais rápido? Como o saco plástico e o jornal influenciaram no amadurecimento das frutas?
A.2 A outra equipe deverá realizar o mesmo procedimento, mas a banana deve ser mantida em um local mais quente. Será que o calor influenciou no amadurecimento da fruta? Em quantos dias a banana ficou amarela e madura? Houve diferença entre a banana que ficou no calor e a que ficou em temperatura ambiente?
Os alunos deverão fazer esse experimento em casa. Todos os dias, as frutas devem ser fotografadas, observando em qual condição o amadurecimento é mais rápido: embalada com jornal, saco plástico ou ao natural (sem embalagem). A equipe deverá fazer anotações sobre o experimento e organizar as fotos para serem publicadas no jornal.
Experimento baseado em Eteno e o amadurecimento de frutas disponível no seguinte endereço: http://educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/eteno-amadurecimento-frutas.htm.
* Acesso em 11/julho/2012.

Experimento B: Amadurecimento das frutas B
Material necessário:
- 2 bananas verdes;
- 1 saco de papel (saco de pão);
- 1 tomate maduro;
- 1 maçã madura;
- 1 bandeja.
Duas equipes ficarão com este experimento.
B.1 Uma equipe deverá colocar no saco de papel as bananas verdes, o tomate maduro e a maçã madura. Fechar o saco e colocar em um local com temperatura ambiente. Em quantos dias a banana irá amadurecer? O saco irá influenciar neste amadurecimento? E como o tomate e a maçã contribuíram para o amadurecimento da banana?
B.2 A outra equipe deverá colocar as bananas verdes, o tomate maduro e a maçã madura juntos em uma bandeja. Não coloque nada cobrindo as frutas e o tomate. Em quantos dias a banana amadureceu? O tomate e a maçã foram determinantes para acelerar este amadurecimento?
Os alunos deverão fazer esse experimento em casa. Todos os dias, as frutas devem ser fotografadas, observando em qual condição o amadurecimento é mais rápido: no saco de papel com o tomate e maçã maduros ou na bandeja. A equipe deverá fazer anotações sobre o experimento, e organizar as fotos para serem publicadas no jornal.
Experimento baseado em Como Amadurecer uma Banana disponível no seguinte endereço: http://pt.wikihow.com/Amadurecer-uma-Banana
Após um período a ser determinado pelo professor, os alunos devem se reunir para discutir os resultados. Entre as quatro equipes, qual banana amadureceu mais rápido? Qual o motivo desta ter amadurecido mais rápido em relação às outras? Alguma continuou verde? Qual banana ficou amarela mais devagar? Após conhecerem os resultados das outras equipes, os alunos devem construir juntos as observações e elaborar um texto para ser publicado no jornal.

ATIVIDADE 4: CRIANDO UM JORNAL ESCOLAR

O professor deverá propor aos alunos a criação de um Jornal Escolar, este deverá conter informações interessantes sobre assuntos de Química. Sua primeira edição apresentará matérias sobre a velocidade das reações químicas, envolvendo os catalisadores, suas curiosidades e também os fatores determinantes e influentes em uma reação química, assuntos explorados nas atividades anteriores.
No tópico Produção de jornal na escola, localizado no site: http://www.educared.org/educa/index.cfm?pg=textoapoio.ds_home&id_comunidade=15#146, é possível encontrar dois modelos de jornal para download. No hipertexto http://webeduc.mec.gov.br/linuxeducacional/curso_le/modulo3/writer_praticas/writer_pratica2.htm (Sugestão do Portal do Professor) há informações para a construção de um jornal escolar no Writer.
 E na seção Recursos Complementares, há mais dicas de como fazer um jornal escolar!
Seguem abaixo algumas sugestões para a estruturação do jornal:
- Os grupos terão uma semana para produzirem os textos;
- Os textos poderão ser produzidos extrassala, mas depois devem ser revisados pelo professor;
- Ficará a critério do professor a determinação do tamanho dos textos e demais elementos a serem acrescentados ao jornal;
- Os alunos devem ter atenção para a linguagem usada em jornais;
- Além dos textos, os discentes podem pesquisar na Internet outros dados sobre o seu tema como, fotos, imagens, gráficos;
- Deverá ser criada uma seção para o Experimento Amadurecimento das Frutas, com as fotos, as observações e os textos do experimento feitos pelos alunos;
- As fotos das frutas devem ser organizadas em sequência, de forma que se perceba o processo de amadurecimento da fruta ao longo dos dias;
- As bananas devem ser fotografadas todos os dias em todos os experimentos.
Com os textos finalizados, o professor deverá propor uma discussão com os alunos a respeito da seguinte indagação:“Seria possível acontecer algumas reações sem a ação dos catalisadores, como por exemplo, a ação do suco gástrico na digestão? Explique”. Esse tema será discutido entre os alunos e as respostas serão postadas em um Fórum no Jornal.

FINALIZAÇÃO
Reunido todo o material textual e gráfico produzido até o momento, professor e alunos deverão buscar promover uma divulgação do jornal entre os alunos da escola. Recomenda-se que as redes sociais e cartazes sejam utilizados com esse objetivo. Posteriormente, o jornal poderá ser impresso e distribuído para toda a escola com o apoio da coordenação pedagógica.
Recursos Educacionais
Nome Tipo
Bomba efervescente: parte 1: experimento prático Experimento prático
Reações químicas - Aí tem química - Fatores que contribuem para a reação entre duas ou mais substâncias Animação/simulação
Recursos Complementares
Sugestões de links para alunos
-Vídeos
Cinética Química - Catalisador
http://www.youtube.com/watch?v=HQUyMSYKIuw&feature=related

Colisões e Complexo Ativado
http://www.youtube.com/watch?v=FwCsAzpUgT4

Colisões, Complexo Ativado e Energia de ativação
http://www.youtube.com/watch?v=FJpaf7Z7u94

- Artigos
Como fazer História em Quadrinhos
http://www.historiadigital.org/tutoriais/como-fazer-historia-em-quadrinhos/

- Como fazer um jornal na escola?
http://www.leioeescrevomeufuturo.com.br/index.php/noticias/641-como-fazer-um-jornal-na-escola

- Saiba como fazer um jornal escolar (Sugestão do Portal do Professor)
http://maringa.odiario.com/blogs/odiarionaescola/2010/07/13/saiba-como-fazer-um-jornal-escolar/

Jornal Escola (Sugestão do Portal do Professor)
http://jornalescola.blogspot.com.br/

Tutorial Br.Office. Write
http://penta3.ufrgs.br/PEAD/tutoriais/write/

Sugestões de links para professores
-Vídeo
Cinética Química - Aula 4: Catalisador - Parte 1
http://www.youtube.com/watch?v=IjB5jEjaKaE

- Reportagens / Artigos:

HQs digitais como recursos para dinamizar a construção de narrativas
https://www.institutoclaro.org.br/ferramentas/hqs-digitais-como-recursos-para-dinamizar-a-construcao-de-narrativas/

Histórias em quadrinhos facilitam o aprendizado em aula
http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5692937-EI8266,00-Historias+em+quadrinhos+facilitam+o+aprendizado+em+aula.html

Historias em quadrinhos uma ferramenta para o ensino de Química
http://www.abq.org.br/simpequi/2009/trabalhos/60-5668.htm
Jornal da escola. Tudo de bom!
http://www.mundojovem.com.br/projetos-pedagogicos/projeto-como-criar-um-jornal-escolar

Links do Portal que podem ser consultados pelo professor no planejamento de sua aula

Jornal Escola
http://jornalescola.blogspot.com.br/

Jornal na escola
http://portaldoprofessor.mec.gov.br/conteudoJornal.html?idConteudo=809
Avaliação
Na atividade 1, o professor poderá verificar se houve entendimento dos alunos em relação a teoria das colisões, a energia de ativação e o complexo ativado através do conteúdo exibido nas Histórias em Quadrinhos produzidas. Já na atividade 2, sugere-se ao professor averiguar se os alunos compreenderam como os fatores abordados influenciam nas reações químicas, a partir das observações que eles indicaram na realização experimento prático. Na atividade 3, recomenda-se avaliar se os discentes entenderam a ação e o uso dos catalisadores nas reações químicas por meio da realização do experimento do amadurecimento da banana e da elaboração e desenvolvimento da matéria a ser publicada no jornal escolar.